
A endometriose acontece quando fragmentos de endométrio, o tecido que reveste o útero por dentro, aparecem fora dele: ovários, intestino, bexiga e, mais raramente, outros órgãos.
O maior obstáculo não é o tratamento. É o tempo até alguém levar a sua dor a sério.
Quando investigar
Cólica intensa
Dor menstrual que impede a rotina, não cede com analgésico comum e piora com os anos.
Dor na relação
Desconforto ou dor durante ou após a relação sexual.
Dor ao urinar ou evacuar
Principalmente no período menstrual.
Alterações intestinais
Diarreia, constipação ou inchaço que acompanham o ciclo.
Fadiga persistente
Cansaço que não se explica pela rotina.
Dificuldade para engravidar
Frequentemente é o sintoma que finalmente leva ao diagnóstico.
A sua dor merece ser levada a sério.
Agendar consultaPor que demora tanto
Duas razões. A primeira é cultural: a dor menstrual foi normalizada por gerações, e muitas mulheres nunca são encaminhadas para investigar.
A segunda é técnica: o ultrassom transvaginal simples não identifica endometriose. É preciso exame com preparo específico, feito por profissional habituado a procurar a doença.
Nem toda endometriose se trata do mesmo jeito
O tratamento depende dos sintomas, da extensão da doença, da idade e do desejo de engravidar. Existe condução clínica, existe condução hormonal e existe cirurgia, quando bem indicada.
“Já realizei inúmeras cirurgias para retirada de útero. Nunca me conformei com isso. Foi essa inquietação que me fez buscar tratamentos mais modernos, que preservassem melhor a saúde da mulher.”
É nesse caminho que entram os implantes hormonais, entre eles o de Nestorone, no controle da dor e na preservação da qualidade de vida.
Este conteúdo é informativo e não substitui a consulta. A conduta é sempre definida caso a caso.